Modelo que desfilou nua não cometeu crime, diz delegado

O delegado Felipe Renato Ettore, titular da 6ª DP (Cidade Nova), responsável pela área do Sambódromo do Rio de Janeiro, afirmou nesta quinta-feira que o desfile da modelo Viviane Castro nua não pode ser considerado crime de ultraje público ao pudor.

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Ela usava um tapa-sexo de 3,5 cm que caiu durante a apresentação da São Clemente, na avenida Marquês de Sapucaí.

Segundo Ettore, o fato é comum dentro da passarela do samba. “O ato obsceno tem que ter um local inadequado. Isso na Sapucaí é tradicional. Não caracteriza ato obsceno”, destacou.

A São Clemente perdeu meio ponto porque os jurados entenderam que a modelo Viviane Castro estava nua. O regulamento da Liga Independente das Escolas de Samba (Liesa) proíbe a apresentação de pessoas que estejam com a genitália à mostra, decorada ou pintada.

Enquanto a São Clemente caiu para o Grupo de Acesso A, a modelo ganhou um contrato para posar nua numa revista.

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